Nova legislação municipal busca tornar consultas e atendimentos pediátricos mais acolhedores por meio de ambientes voltados à recreação e ao bem-estar infantil
Da Redação Jota Moreira
Crianças atendidas em unidades públicas de saúde de Cuiabá poderão contar com ambientes mais acolhedores e voltados ao lazer durante consultas e procedimentos médicos. A medida é prevista na Lei nº 7.562, que institui uma campanha municipal para incentivar a implantação de espaços lúdicos em locais que realizam atendimento pediátrico.
A proposta é de autoria da vereadora Katiuscia Manteli e tem como objetivo estimular a criação de áreas destinadas à recreação infantil em unidades da rede municipal de saúde.
A iniciativa contempla estruturas como Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Centros de Especialidades Médicas (CEMs), buscando oferecer um ambiente mais agradável para crianças que aguardam consultas, exames ou outros procedimentos.
Segundo a parlamentar, a intenção é reduzir o impacto emocional que situações relacionadas à saúde costumam provocar nos pacientes mais jovens, tornando a experiência menos estressante para eles e seus familiares.
A legislação estabelece uma campanha de caráter educativo e orientador, incentivando gestores e profissionais da área a adotarem práticas voltadas à humanização do atendimento infantil.
Além da criação dos espaços de convivência, a norma prevê ações de conscientização sobre a importância do acolhimento adequado às crianças dentro dos serviços públicos de saúde.
O texto também permite a realização de parcerias voluntárias com instituições de ensino, organizações da sociedade civil, empresas e pessoas interessadas em colaborar com a implantação e manutenção dos ambientes.
De acordo com a vereadora, o cuidado com a saúde infantil vai além dos procedimentos clínicos e deve considerar aspectos emocionais que influenciam diretamente na forma como a criança vivencia o atendimento médico.
A expectativa é que os espaços lúdicos contribuam para diminuir a ansiedade e o medo comuns em consultas e atendimentos de urgência, favorecendo uma experiência mais tranquila dentro das unidades de saúde.
Para a autora da lei, a iniciativa reforça políticas públicas voltadas à proteção da infância e amplia o debate sobre a necessidade de serviços de saúde cada vez mais humanizados na capital mato-grossense.
Fonte: Da Assessoria.