Presidente da ALMT diz que vai formalizar cobrança à Casa Civil e acompanhar denúncias sobre falta de ambulâncias e equipes
Da Redação
A repercussão da demissão de 56 profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso nesta quarta-feira (15). Em meio à mobilização da categoria no Salão Negro, o presidente da Casa, Max Russi (Podemos), afirmou que vai levar as reivindicações diretamente ao governo do Estado.
Segundo o parlamentar, as queixas apresentadas pelos trabalhadores já começaram a ser analisadas internamente. O caso foi direcionado à Comissão de Saúde da Assembleia, que deve acompanhar de perto a situação e reunir informações sobre os impactos das demissões no atendimento.
Além disso, Russi adiantou que pretende oficializar a cobrança ao Executivo ainda nesta quarta-feira (15), tanto por meio de ofício quanto em pronunciamento em plenário. A ideia, segundo ele, é dar ciência à Casa Civil sobre as denúncias envolvendo não apenas os desligamentos, mas também a suposta falta de ambulâncias e equipes em operação.
Durante a sessão, o presidente destacou que a iniciativa atende a um pedido feito pelos próprios trabalhadores, que buscaram apoio junto à deputada estadual Sheila Klener. A partir dessa articulação, ele decidiu assumir o encaminhamento institucional das demandas.
Sem entrar em detalhes sobre possíveis desdobramentos, Russi afirmou que a Assembleia deve manter o acompanhamento do caso e cobrar esclarecimentos do governo estadual nos próximos dias.